O mestre de obras joaquim...

Joaquim formou-se Mestre de Obras!
O desafio de um Mestre de Obras é encabeçar os encarregadosde cada setor. E na Teixeira Pinto, é comum que, ao terminar uma construção, oprofissional já seja encaminhado para outra obra, sem ficar ocioso oudesempregado, sem ser “descartado”.
Esse é um dos pontos que Joaquim mais valoriza na empresa.Sente-se seguro, conhece os profissionais que ali trabalham, é respeitado portodos e, por isso, nega propostas de emprego, mesmo que seja para receber maisem outros lugares, ou mesmo para construir o estádio do Corinthians, time doseu coração. Afirma que o pessoal é “100 por cento” e que a Teixeira Pinto é amelhor empresa onde já trabalhou. E olha que ele já rodou por aí, viu.
Nascido em Miguel Alves, cidade do interior do Piauí,Joaquim trabalhou como balconista até que em 1982, quando, aos 20 anos, decidiupartir para Brasília e de lá foi parar em Belo Horizonte e não demorou aaceitar uma chance para trabalhar em São Paulo. No bolso, apenas o dinheiro deuma passagem para o Piauí, para caso não arrumasse nada.
Ao chegar na rodoviária do Tietê, Joaquim viu que estavamrecrutando gente para uma obra em São Bernardo do Campo, onde também ofereciamalojamento e comida. Mesmo sem ter experiência alguma, topou. E se deu bem!
Depois, em São Paulo, ergueu prédios e casas em diversascidades do estado. Gosta mesmo é de levantar edifícios: “É mais legal. Acho bomtrabalhar em lugares altos”.
Os caminhos da vida seguiram até que Joaquim foi contratadopara trabalhar como encarregado de elétrica nas obras da Teixeira Pinto e, dequebra, mudou-se para Taubaté que hoje considera como a melhor cidade do mundo,sem falar das vistas deslumbrantes que proporciona para os que estão em cima deuma obra.
Apaixonado por futebol, conhece todos os times amadores deTaubaté. Na arquibancada,  é o típicotorcedor corneta. Adora tirar sarro e reclamar de qualquer jogada que dêerrado. Fosse palmeirense, seria da famosa turma do amendoim. 
Apesar da paixão pelo esporte, hoje atua somente como espectador.Vítima de paralisia infantil na infância, quando ficou um tempo sem andar etomou muita injeção na região da bacia, ainda carrega algumas seqüelas em umadas pernas. Mas não liga muito pra isso e diz que o problema não o atrapalha emnada.
Pai de um filho de 21 anos, que mora e estuda no Piauí,Joaquim vive há 12 anos com sua mulher em Taubaté. Orgulhoso do que já fez,abre um tímido sorriso ao lembrar da construção do Unique, a obra que mais omarcou ao longo de sua vida, graças aos desafios superados. “Se você não gostade desafios, não gosta de obra. Quando eu passo lá e vejo o prédio, lembro dotrabalho que me deu e fico feliz”.
Valeu, Joaquim! E dessa felicidade, a gente também compartilha!
Fonte: Teixeira Pinto

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