Você já parou para pensar no lixo que produz?

O hábito começou há mais de cinco anos, após ver, em uma matéria da National Geographic, como os japoneses tratavam o seu lixo. Nos depósitos, muita limpeza e todos os dejetos separados de acordo com os materiais empregados na sua fabricação. Plástico para um lado, alumínio para outro, papel ali no canto...
Percebeu, então, que em breve as cidades não comportariam mais tanto lixo e começou também a reciclar. “Se algo tem utilidade, para que largar esperando que decomponha?”, questiona e incomoda-se com o descaso
das empresas: “Existem embalagens que não dizem se são recicláveis e o que você pode fazer com ela. Já liguei para diversas empresas para reclamar disso, e elas dizem que estão sempre providenciando uma
solução”.
Empenhada em ver mais lixo sendo reaproveitado, Maria Helena tenta, com muito esforço, convencer suas filhas a seguirem seus passos. Contudo, o sucesso não é completo. “As pessoas não reciclam muitas vezes por preguiça. Minhas quatro filhas são assim, e nem adianta dar puxão de orelha. Só a que mora em São Paulo que já dá uma separada no lixo”, diz olhando para Roberta.
Na nova residência, Roberta promete seguir mais o exemplo da mãe. Mas, em um prédio é necessária a colaboração de todos: “Será preciso conscientizar os moradores, e isso parte muito da síndica, que precisará falar na reunião para cooperarem, mostrar que aquilo gera renda para um necessitado, que tem uma real
importância ambiental”, diz ela. Aliás, a conscientização parece ser a palavra-chave para que mais pessoas adotem a reciclagem.“A população precisa se educar. Na escola já estão começando a ensinar isso e, se as crianças colocarem em prática em casa, já é meio caminho andado. Em muitos lugares, as crianças que educarão os pais”, conta Maria Helena. Mais que a conscientização geral, é fundamental que cada um faça sua
parte para que tudo o que é lixo possa realmente ser reaproveitado.
E você? Já parou para pensar na quantidade e no destino que dá ao lixo que você produz? Que tal seguirmos todos o exemplo de dona Maria Helena?

Fonte: Maria Helena

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